Vamos fazer bom uso do tempo: reflexão de fim de ano da “intimidade divina”

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Nota do editor: Como anno Domini 2019 chega ao fim hoje, oferecemos aos leitores a seguinte meditação de Intimidade Divina, um volume espiritual clássico de um padre carmelita e mestre da vida interior, pe. Gabriel de Santa Maria Madalena (1893-1953). No último dia do ano civil, pe. Gabriel concentra nossa atenção no presente do tempo e em como devemos fazer bom uso desse presente precioso para crescer em caridade (amor a Deus e ao próximo) antes que “o curto dia desta vida terrena” seja gasto e somos chamados a prestar conta ao doador do presente.

Maio Pe. As idéias e exortações de Gabriel nos impulsionam a uma busca mais generosa de Deus e a um crescimento na vida espiritual durante o próximo ano novo!

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35. Vamos fazer bom uso do tempo

Por pe. Gabriel de Santa Maria Madalena, O.C.D.

1. O tempo passa e não volta. Deus designou para cada um de nós um tempo definido para cumprir Seu plano divino para a nossa alma; nós temos esse tempo e não teremos mais. O tempo gasto é perdido para sempre. Nossa vida é composta por esse fluxo ininterrupto e contínuo de tempo, que nunca volta. Na eternidade, pelo contrário, o tempo não existirá mais; seremos estabelecidos para sempre no grau de amor que alcançamos agora, com o tempo. Se tivermos alcançado um alto grau de amor, estaremos fixados para sempre nesse grau de amor e glória; se possuirmos apenas um pequeno grau, é tudo o que teremos por toda a eternidade. Nenhum progresso adicional será possível quando o tempo terminar. “Portanto, enquanto temos tempo, trabalhemos bem com todos os homens” (Gálatas 6:10). “Devemos dar a cada momento toda a sua quantidade de amor e tornar cada momento passageiro eterno, valorizando-a pela eternidade” (Irmã Carmela do Espírito Santo, O.C.D.). Esta é a melhor maneira de usar o tempo que Deus nos deu. A caridade nos permite aderir à vontade de Deus com submissão e amor e, assim, no final da vida, teremos realizado o plano de Deus para nossa alma; teremos alcançado o grau de amor que Deus espera de cada um de nós e com o qual o amaremos e o glorificaremos por toda a eternidade.

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2. O crescimento da caridade depende de atos meritórios, isto é, boas obras realizadas sob a influência da caridade. Todo bom ato merece um aumento de caridade, que pode ser dado à alma de uma só vez ou retido até o final da vida, conforme o ato tenha sido realizado com todo o amor de que a alma era capaz, ou se, por pelo contrário, foi realizado com menos vigor, generosidade e cuidado do que era possível naquele momento. No primeiro caso, o aumento da caridade ocorre como juros que são imediatamente acumulados na capital e que, em seguida, traz juros junto com ela. No segundo caso, é como um interesse que é mantido separado da capital e, portanto, não aumenta com ela, mesmo que permaneça propriedade de quem a adquiriu.

Para que o mérito de nossas boas obras, ou seja, o aumento da caridade que merecemos por elas, seja concedido imediatamente, é necessário que essas obras sejam realizadas com todo o amor possível, isto é, com toda a boa vontade e generosidade de que a alma é capaz. Então é como se a alma se abrisse para receber o aumento do amor que merecia; e isso é adicionado imediatamente à capital da caridade já possuída, aumentando imediatamente seu grau e intensidade.

Temos apenas o curto dia desta vida terrena em que nos apaixonamos e, se desejamos obter o maior lucro possível, devemos superar nossa inércia natural e realizar nossas boas obras “com todo o coração”. o amor aumentará imensuravelmente e poderemos dizer a Nosso Senhor como Santa Teresa do Menino Jesus: “Seu amor cresceu em mim e agora é um abismo, cuja profundidade não consigo ouvir” (História de uma alma12). Devemos, então, nos apressar enquanto ainda temos tempo, pois “vem a noite em que ninguém pode trabalhar” (João 9: 4).

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Texto retirado de Intimidade Divina (Baronius Press, 2015), pp. 100-102.

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